Time Out Lisboa review by Jose Carlos Fernandes

CF 288Elliott Sharp – Aggregat Quintet (CF 288)
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A passagem do projecto Aggregat de trio a quinteto não se limitou à adição de Nate Wooley (trompete) e Terry L. Green (trombone) às palhetas de Sharp e à máquina “pan-rítmica” de Brad Jones (baixo) e Ches Smith (bateria). Se nestas páginas se escreveu que o simpático disco em trio era uma ilha mainstream na discografia de Sharp, já Aggregat Quintet soa como a banda residente de um circo que tem um David Lynch encharcado de anfetaminas como mestre de cerimónias.
Fanfarras adstringentes e maníacas, caleidoscópios ácidos, turbilhões ferozes e ritmos entrecortados colidem num caos controlado que exerce um fascínio irresistível – a magia só se quebra em “Lacus Temporis” e “Cherenkov Light”, onde a efervescência dá lugar a uma desolação azeda.

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